segunda-feira, maio 21, 2012

Homofobia

Integrantes do PSOL-Botucatu Vanessa e Gustavo participaram da 1ª Conferencia municipal contra homofobia no dia 17 de maio de 2012.
Inicialmente deve ser destacado que o PSOL é solidário e apoia todo movimento que combata a discriminação contra os oprimidos, sejam GLBT`s, negros, mulheres, pobres, etc.
Apesar de reconhecer a impotância desse 1º fórum realizado em Botucatu, o PSOL acredita que tal espaço foi utilizado como plataforma de campanha tucana. Isso é dito porque o que se viu no citado evento foi um desfile de autoridades da situação - prefeito, secretários, vereador, sem que contudo fossem aborados temas de efetivas e reais politicas para defesa dos GLBT`s, bem como a organização do movimento na cidade.

Gustavo e Vanessa - militantes do PSOL Botucatu.

  

segunda-feira, abril 16, 2012

REUNIÃO DE NÚCLEO PSOL-BOTUCATU

Próxima Reunião Ordinária:

Dia: 19/04/2012- Quinta-feira, as 19:30 horas.

Local: Demétria: Rod. Gastão Dal`farra s/n, km 04

Combinamos as 19:15 horas na entrada da demétria para seguirmos juntos até o local da reunião.
 
informações: Bilo - 9706.9146 (vivo), Vanessa 8137.8888 (tim)

quinta-feira, abril 05, 2012

reunião PSOL-Botucatu

A reunião do Partido Socialismo e Liberdade núcleo Botucatu ocorrerá no dia 18/04/12 as 19:00 horas, na Rod. Gastão Dal Farra, Km. 04, Bairro Demétria. Informações: Vanessa  - 8137.8888 (tim) e Bilo - 9706.9146 (vivo).

segunda-feira, abril 02, 2012

REUNIÃO PSOL-BOTUCATU

Haverá no dia 02 de abril de 2012 reunião do núcleo de Botucatu do Partido Socialismo com Liberdade - PSOL. Tal, ocorrerá na rua João Passos, 919, Centro, as 20:00 horas.
Maiores informações pelo telefone 9706.9146 (Gustavo) e 9621.4009 (Vanessa)

terça-feira, novembro 22, 2011

PRÓXIMA REUNIÃO

Nossa próxima Reunião está marcada para o dia 26 de novembro as 14 horas. Faremos um grupo de estudos sobre Educação.

Endereço rua Gastão Dal Farra s/n Bairro Demétria
Esperaremos os interessados na entrada da Demétria as 13:45
Tel para contato: 8156-0545


Abuso de poder em Lençóis Paulistas

Olá companheiros!! Divulgo aqui um lamentável acontecimento ocorrido com um dos nossos militantes de lençóis paulistas Rodolfo Pelegrin,em uma das sessões da câmara dos vereadores nesta segunda -feira dia 20 de novembro.  Ao ficar sabendo de uma montagem feita com a santa ceia que colocava fotos dele e de outros militantes do PSOL em Lençóis Paulistas com caráter extremamente gozador. Nosso companheiro se defendeu  e acabou sendo preso por policiais miltares. Segue abaixo o relato:


Caros lençoenses
Nesta segunda-feira, utilizando-se de forma abusiva de uma lei rechaçada por acordos internacionais firmados pelo Brasil, o presidente da Câmara Municipal de Lençóis Paulista deu voz de prisão contra mim, fazendo com que eu fosse levado por policiais, em viatura, até a delegacia de polícia. Desacato foi a absurda acusação, abuso de autoridade foi o fato.
Cheguei à Câmara Municipal, excepcionalmente cheia, e fui informado de que os vereadores se preparavam para atacar minha honra e meu partido com uma imagem, uma montagem que continha o meu rosto. Adiantei-me ao ataque, e ainda antes de iniciada a sessão, fui à frente do plenário e fiz um pronunciamento. Denunciei o que estava por acontecer, ataquei o baixo nível da intenção. Afirmei que esta não é a política do meu partido, o PSOL, que mesmo nos momentos mais tensos da mobilização contra a corrupção da câmara não fizemos ataques pessoais, não caluniamos nossos adversários políticos. Denunciei que esta atitude está ligada ao baixo nível da política lençoense, e que os vereadores, em vez de me difamar, deveriam cumprir com suas obrigações, investigar as despesas da casa, e cassar o vereador que tinha admitido na tribuna da câmara ter feito uso indevido do carro oficial. Declarei que nosso partido quer o debate político, e cansou de convidar os vereadores para um debate que eles, na prática, se recusaram a fazer. Antes de sair, Formigão (PSDB), líder da prefeita Bel na câmara, veio em minha direção com uma impressão da referida imagem, comprovando, diante dos olhos de todos, as intenções que eu tinha acabado de denunciar. Retirei-me logo em seguida, e fiquei do lado de fora do plenário.
Foi quando, sozinho, vi chegarem os carros da polícia. Assim que os policiais desceram do carro, puderam verificar que a situação era tranquila, não existindo motivo para medidas policiais. Cheguei a conversar com eles, amistosamente.
Voltando à entrada da câmara, ouvi meu nome sendo pronunciado pelo presidente da casa, Juruna (PTB), logo em seguida dando voz de prisão contra mim. Rapidamente, dirigi-me à mesa e exerci meu direito, dando voz de prisão em flagrante por abuso de autoridade contra o chefe da câmara. Arbitrariamente, fui eu levado na viatura, e não aquele que cometeu um ato contra minha dignidade, meus direitos, as leis brasileiras. Fui tirado do plenário pelos policiais, evidentemente revoltado e manifestando minha indignação. Há, certamente, vários vídeos em que cada palavra que digo aqui será comprovada.
É deprimente que aqueles que não cumprem com seu dever se utilizem de atitudes baixas e autoritárias para afirmar seu pequeno poder. É lamentável, também, constatar que o que ocorreu em Lençóis Paulista tem sido visto em diversas ocasiões dentro e fora de nosso país – aqueles que têm coragem de se levantar e lutar contra os absurdos praticados pelos governos são criminalizados. Governantes corruptos, despóticos, financiados pelos grandes responsáveis por toda a injustiça social e destruição ambiental que vemos todos os dias – estes se safam.
Esta prisão, como diz nosso caro Plínio, é daquelas que orgulham, pois deriva da coragem de lutar. Mais orgulho terei, entretanto, quando mais uma vez, sairmos às ruas e, coletivamente, dermos um basta à esta política suja e antidemocrática praticada ontem e hoje pela direita lençoense, brasileira e mundial.

quinta-feira, novembro 10, 2011

PSOL-BOTUCATU APOIA MOVIMENTOS DE TRABALHADORES RURAIS SEM TERRA NA REGIÃO

PSOL-BOTUCATU APOIA MOVIMENTO DE TRABALHADORES RURAIS SEM TERRA NA REGIÃO


Integrantes do PSOL-Botucatu estiveram no acampamento de trabalhadores do grupo MOVIMENTO PAZ NO CAMPO, que reivindicam terra na região de Botucatu. Cerca de 200 pessoas do Movimento estão acampadas nas margens da estrada de ferro de uma estação desativada na região próxima a empresa Eucatex. O local do acampamento fica próximo a fazenda Morrinhos, pertencente à empresa de agroindústria Agriways S/A, onde existem plantações de monocultura de cana, citros e eucalipto.

Apesar de não haverem invadido os limites da citada propriedade, foi concedido à empresa de agroindústria a reintegração de posse, sendo que os trabalhadores deixarão o local do acampamento na manhã da sexta-feira dia 11.

Por outro lado, os acampados alegam que estão em área pertencente à União (área da antiga RFFSA), sendo, inclusive, que teria sido a própria empresa Agriways quem teria invadido parte das terras da união, ou seja, teriam grilado parte de suas terras. Isso explicaria o fato dessa empresa estar preocupada com a presença dos SEM TERRA na região, pois toda terra grilada, segundo a lei vigente, deve ser repassada á Reforma Agrária.

Todas essas informações, segundo os acampados, serão provadas através de documentação que será fornecida pelo Instituto Nacional da Colonização e Reforma Agrária – INCRA.
Todavia, esse órgão governamental que deveria fomentar a reforma agrária no país está mergulhado em corrupção e burocracia, o que retarda e dificulta a justa luta pela terra.

O Partido Socialismo e Liberdade solidariza-se com a causa desses trabalhadores, bem como de todo e qualquer movimento que busque a tão almejada igualdade e paz social.

Gustavo-bilo e Roberta-maha, militantes do PSOL





terça-feira, novembro 01, 2011

REUNIÃO PSOL BOTUCATU

O Partido Socialismo e Liberdade - PSOL, núcleo de Botucatu, informa que realizará  reunião no dia 03 de novembro de 2011, as 20:00 horas, na rua João Passos, 919, Centro, Botucatu.
Informações: Maha - 8152.5865 (tim), Bilo - 9706.9146 (vivo) 

segunda-feira, outubro 03, 2011

A “regulamentação realmente existente” da EC-29 (e como resistir à destruição do SUS)

Por Felipe Monte Cardoso – Médico de Família e Comunidade e Diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp

O Brasil é um país curioso: mesmo possuindo uma das mais avançadas legislações para o direito à saúde no mundo, este direito não existe de fato como uma totalidade (ou em caráter universal), senão através de experiências descontínuas e incompletas que não constituem o que o jargão da saúde coletiva chama de “rede”. Este fato pode ser evidenciado subjetivamente pelo mal-estar vivenciado pelo conjunto da população que usa plenamente o SUS (e não de modo seletivo, como faz ¼ dos brasileiros); ou objetivamente, ao se constatar que os principais indicadores de saúde brasileiros estão abaixo da média da América Latina.

Mais curiosa ainda foi o que se fez com uma bandeira histórica do movimento em defesa do direito à saúde: a Câmara dos Deputados, dominada pela coalizão do governo Dilma, aprovou uma regulamentação da Emenda Constitucional 29 (criada em 2000 para aumentar os recursos para a saúde) que conseguiu reduzir (!) as verbas para a saúde. O movimento social honesto, em especial aquele com relações mais próximas ao governo, está perplexo. Mas não deveria. A “regulamentação realmente existente” da EC-29 não é um raio em céu azul; é, antes de tudo, o corolário de um governo que se pauta, em primeiro lugar, pela defesa intransigente da ordem capitalista dependente brasileira – isto é, da defesa dos interesses do grande capital (em especial do rentismo), em detrimento do bem estar do conjunto da nação.

Não se pode, portanto, apenas responsabilizar a Câmara ou apostar todas as fichas na votação do Senado. Nem é preciso lembrar que a casa dirigida por José Sarney não tem grandes vocações para democracia no sentido lato. Os próprios líderes do governo (Romero Jucá) e do PT (Humberto Costa) na casa admitem que a regulamentação desejada pelo movimento social (10% da receita corrente bruta) “é inviável”. Conclui-se que a “regulamentação realmente existente” da EC-29 é a cara da política brasileira atual: mesquinha, injusta, hipócrita e profundamente antidemocrática (se entendemos democracia como um conjunto de direitos garantidos aos cidadãos de um país, e não o mero rito eleitoral). É preciso compreender os fundamentos deste caráter tão restrito da ordem política brasileira, onde não cabe o direito à saúde.

Subfinanciamento dos direitos sociais e o modelo de dependência externa

O fato de que o Sistema Único de Saúde é subfinanciado é admitido mesmo por todos os partidos e agrupamentos da ordem brasileira; existe um entendimento que o Brasil deveria gastar pelo menos 7% do seu PIB com o SUS (o atual patamar é de cerca de 3,5%). O que o bloco dominante da política brasileira (desde a coalizão do governo Dilma até a minoria tucana) jamais coloca em questão é que, em conjunto, é impossível financiar a totalidade dos direitos sociais dentro dos estreitos limites do nosso capitalismo dependente.

Para dizer de maneira objetiva: os 10% do PIB (R$ 367 bi) reivindicados pela educação, os pelo menos 7% do PIB para a saúde (R$ 257 bi) , outros tantos para a reforma agrária, mais uma bolada para a reforma urbana, superam em muito os atuais 12% (Carga Tributária Líquida – R$ 441 bi) que “sobram” para financiar os direitos sociais. Esta “sobra” significa 1/3 dos cerca de 35 % da carga tributária bruta (R$ 1,28 tri), isto é, do conjunto dos impostos arrecadados pela Nação. Qualquer pessoa que cuide das contas de casa perguntaria: onde está o restante?

A maior parte destes recursos é utilizada para pagar a dívida pública brasileira. Em 2010, R$ 635 bilhões (17% do PIB) foram gastos apenas com pagamento da dívida da União, exatamente o montante reivindicado pelos movimentos sociais de saúde e educação juntas.

Nunca é demais repetir que o caráter sacrossanto no pagamento da dívida pública é o principal nexo da dependência do Brasil em relação ao grande capital; ou seja, é a expressão do principal entrave à construção de uma ordem social justa. Que a legitimidade desta dívida seria posta em xeque com uma auditoria bem conduzida. Que qualquer governo comprometido radicalmente com a classe trabalhadora e do povo pobre enfrentaria essa questão (como de fato fez o governo equatoriano). Sendo assim, o fato de que os governos petistas (Lula e Dilma) tenham se constituído no principal fiador de nossa subordinação às vontades do grande capital neste início de século causam e ainda causarão estranheza nos movimentos sociais, pois aqueles possuem a aparência de governos promotores do bem-estar social. Esta aparência, porém, cai por terra no exato momento de concretizar as condições fundamentais para a implantação das políticas sociais universalistas tão necessárias ao Brasil.

O caso da saúde, assim, jamais pode ser visto de forma isolada. O fato da regulamentação da EC-29 não atender aos requisitos mínimos do financiamento do SUS deve ser compreendido dentro do compromisso da coalizão governista (e também da oposição de direita, PSDB-DEM-PPS-PV) com os fundamentos da política econômica: ajuste fiscal e utilização dos recursos públicos para o pagamento da dívida.

Sem compreender este mecanismo, o movimento social se torna refém da chantagem governista, que condiciona a regulamentação da EC-29 à criação de mais um imposto, a Contribuição Social para a Saúde (CSS). Esse debate é uma tática do governo para desviar a atenção da essência do problema, que é: enquanto o Brasil mantiver seus compromissos com grande capital, expresso, em especial, pelo pagamento religioso da dívida pública, o financiamento do conjunto dos direitos sociais não será resolvido.

A estrutura tributária brasileira e a CSS

Mesmo assim, vale a pena entrar brevemente no debate da estrutura tributária na qual a CSS seria “contra-hegemônica”. Um excelente estudo para se aprofundar na natureza da estrutura tributária brasileira é o documento “Sistema Tributário: diagnóstico e elementos para mudanças”, do Sindifisco Nacional.

Para efeitos deste texto, basta resgatar do documento alguns dados: o Brasil tem uma carga tributária semelhante à de países ricos (os 35% do PIB já citados), inclusive países campeões no quesito bem-estar social, como é o caso do Canadá. Porém, ao contrário destes países, os impostos arrecadados incidem muito mais sobre os mais pobres (na forma de impostos cumulativos sobre o consumo, por exemplo). Assim, a carga tributária é instrumento de concentração de renda, ao tirar mais dos mais pobres, agravada ainda pela principal destinação dada a ela: o já citado pagamento da dívida pública.

Neste sentido, é de se desconfiar da criação de mais um imposto (cujo caráter supostamente progressivo é posto em dúvida pelo fato de que milhões de brasileiros pobres que vivem na informalidade estarão ainda sujeitos a ele) sem a transformação profunda da carga tributária brasileira no sentido de um sistema mais justo. Ainda mais quando a proposta vem de um governo que no início deste ano promoveu cortes no orçamento social. Nada garante que o governo Dilma não faça como FHC, que desviou os recursos da CPMF da saúde.

Ainda assim, se novos impostos fossem criados, eles deveriam incidir diretamente sobre o grande capital (e não sobre uma parcela significativa dos assalariados, inclusive a chamada “nova classe média”, conforme prevê a CSS). Há um projeto na Câmara que prevê a taxação de grandes fortunas, e mesmo a taxação de remessa de lucros ao exterior. Mas eles não são postos em prática porque tanto a coalizão governista como a oposição de direita não tem como se esquivar de seus compromissos com o grande capital.

Lutar pelo SUS é lutar pelo seu caráter 100% público e estatal e pela ruptura com o atual modelo político e econômico

A despeito das atuais (e importantes) mobilizações pela regulamentação da EC-29, os movimentos sociais combativos não podem esquecer que existe um conjunto de ataques articulados ao SUS. Desde a recém-criada Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, que privatiza os Hospitais Universitários Federais brasileiros, passando pela dupla-porta dos Hospitais paulistas e pelas Parceriass Público-Privadas de São Paulo à Bahia, chegando à aprovação da lei de Organizações Sociais no Rio de Janeiro. A privatização da gestão e do atendimento, que inclui a entrada da “nova classe média” no mercado de planos de saúde, é a política hegemônica de todas as frações do bloco que domina a política brasileira, independente de sua coloração partidária.

Dissociar a luta pelo financiamento da luta pelo SUS 100% público e estatal abre um precedente perigoso: mesmo se a EC-29 fosse aprovada nos moldes defendidos pelo movimento, no contexto de um SUS dominado por organismos privados (ainda que com verniz “estatal”, como a maioria das Fundações), esta aprofundaria uma das vulnerabilidades do SUS, que é o financiamento do setor privado pelo público. Onde se constata que a luta pela real implementação do SUS passa, igualmente, pela defesa deste contra os interesses privados na saúde e pela garantia de financiamento público ao conjunto de todos os direitos sociais.

Finalmente, superar a pulverização das lutas dentro da saúde e dentro dos movimentos sociais requer a compreensão de que o combate à atual ordem política e econômica é requisito fundamental para romper com as amarras que separam o povo brasileiro de suas maiores aspirações e enfrentar o bloco da ordem (polarizado por PT e PSDB), principal guardião político destas amarras.

Pode ser óbvio, mas há que se ressaltar que grandes problemas exigem grandes soluções. O financiamento dos direitos sociais não se concretiza sem enfrentar as grandes questões nacionais, que, por sinal, estão totalmente interligadas. A questão do financiamento dos direitos sociais exige a auditoria imediata da dívida pública, que é barrada sistematicamente pelo bloco da ordem.

Por isso, urge fazer oposição conseqüente, mas decidida, aos governos que retiram direitos, privatizam os serviços públicos, implementam medidas antissociais, cooptam e/ou reprimem os movimentos sociais e avançam na destruição do meio ambiente. A articulação desta totalidade de lutas será mais um passo na retomada dos ideais da Reforma Sanitária, que compreendia que a questão da saúde só pode ser resolvida com profundas mudanças em nossa sociedade extremamente desigual.

quinta-feira, setembro 29, 2011

REUNIÃO PSOL-BOTUCATU

Haverá reunião do núcleo PSOL-Botucatu no dia 05 de outubro de 2011 (quarta-feira), as 19:00 horas, na rua Cav. Mansueto Lunardi, 384, Vila Nova Botucatu (rua da escola CEVILLA). A reunião é aberta a todos os interessados, não sendo permitida a presença de pessoas filiadas a outros partidos políticos.
Informações: Maha: 8152.5865 (tim), Bilo: 9706.9146 (vivo)